domingo, 22 de Fevereiro de 2009

bebo da taça das tuas palavras.
e em embriaguez
- turvada a vista -
tento desenhar os teus olhos
nos intervalos das letras
na folha onde escreveste - como se mede o infinito?

o infinito és tu. e eu.
na exacta medida.
nu. amor. eu e tu.



etiquetas: azuis

7 comentários:

Gisela disse...

É lindíssimo o poema O´Sanji!
"o infinito és tu e eu".

Um abraço, Gisela

maria josé quintela disse...

e eu "bebo da taça das tuas palavras"



e fico saciada.




um beijo.

ivone disse...

fizeste_me lembrar nuno júdice

PAS[Ç]SOS disse...

... e o infinito é o amor embriagado na nudez do desejo nunca acordar só eu...

O'Sanji disse...

Gisela, Zé, Ivone, Pas[ç]sos

Não sou poeta, só digo umas coisas...
Mas agradeço-vos do coração as vossas palavras. Bem hajam.

Beijos

mateo disse...

Há sempre uma frase dita ou escrita que fica.
Para medir o infinito só uma medida de intensidade. Ou não?
Beijo, poetisa!

O'Sanji disse...

Mateo
Não é só uma... são várias. Mesmo as não escritas ficam. porque intensas.
Beijo, poeta!