terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

um tabuleiro de xadrez. onde me jogo.


sou peão. serva em devoção.
sou dama. de imortal majestade.
sou cavalo. ataco em galope.
sou rei. sem coroa nem lei.
e refugio-me em torres de marfim.

sem estratégia, deito-me nas casas pretas
esperando os grãos de trigo da tua safra.
tombo nas casas brancas. e levanto-me
forte e bela, quando me fazes
.
.
.
xeque-mate.



etiquetas: azuis

10 comentários:

PAS[Ç]SOS disse...

Xeque-mate a qualquer jogo que não permita a verdade do amor!
que não permita tombar em 'casas' brancas...
que não permita conceder o xeque-mate...
que não permita alcançar o XEQUE-MATE!

ivone disse...

xeque!

maria josé quintela disse...

nunca soube jogar xadrez.



ensinas-me?





um beijo.

O'Sanji disse...

Pas[ç]sos
Aplausos! :)
Obrigada.
Beijo
_____

Ivone
Isso é uma ameaça? ;) :))))
Beijo
_____


Hummmmm...
Não passo de uma curiosa de estratégias :))))
Beijo

Graça Pires disse...

Boa a estratégia onde se joga no poema...
Um beijo.

O'Sanji disse...

Graça
Poema? Não... uma pequena brincadeira com um tabuleiro de xadrez. :)
Mas, vindo este comentário de si, só posso agradecer muito!
Beijo

Paulisha disse...

O jogo da vida!!!
Adorei passear-me por este teu tabuleiro.
Xeque...mate
Abraço

O'Sanji disse...

Paulisha
Bem vinda! :) Volta sempre.
Beijo


______


Concedo-vos: Derrotada! :)))))

mateo disse...

Do xadrez... só conheço o movimento do cavalo: dois para a frente e um para o lado...
E, neste jogo, nunca saí derrotado... nem vencedor. Porque nunca o joguei.
Mas que o teu poema parece um jogo de dama(s)... lá isso...
Beijo.

O'Sanji disse...

Mateo
Damas é um pouco mais fácil... dizem! ;)
Eu não sei, porque sempre que joguei, saí perdedora. Daí achar que é difícil. :)))
No xadrez, além da elegância das peças... também sei pouco. :)))
Sabias que nas origens do jogo, em vez dos bispos havia elefantes? ;)
Mas a dama... essa continua a ser a mais poderosa, desde o início... :)))))
Beijo