um tabuleiro de xadrez. onde me jogo.
sou peão. serva em devoção.
sou dama. de imortal majestade.
sou cavalo. ataco em galope.
sou rei. sem coroa nem lei.
e refugio-me em torres de marfim.
sem estratégia, deito-me nas casas pretas
esperando os grãos de trigo da tua safra.
tombo nas casas brancas. e levanto-me
forte e bela, quando me fazes
.
.
.
xeque-mate.
etiquetas: azuis
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)








10 comentários:
Xeque-mate a qualquer jogo que não permita a verdade do amor!
que não permita tombar em 'casas' brancas...
que não permita conceder o xeque-mate...
que não permita alcançar o XEQUE-MATE!
xeque!
nunca soube jogar xadrez.
ensinas-me?
um beijo.
Pas[ç]sos
Aplausos! :)
Obrigada.
Beijo
_____
Ivone
Isso é uma ameaça? ;) :))))
Beijo
_____
Zé
Hummmmm...
Não passo de uma curiosa de estratégias :))))
Beijo
Boa a estratégia onde se joga no poema...
Um beijo.
Graça
Poema? Não... uma pequena brincadeira com um tabuleiro de xadrez. :)
Mas, vindo este comentário de si, só posso agradecer muito!
Beijo
O jogo da vida!!!
Adorei passear-me por este teu tabuleiro.
Xeque...mate
Abraço
Paulisha
Bem vinda! :) Volta sempre.
Beijo
______
Concedo-vos: Derrotada! :)))))
Do xadrez... só conheço o movimento do cavalo: dois para a frente e um para o lado...
E, neste jogo, nunca saí derrotado... nem vencedor. Porque nunca o joguei.
Mas que o teu poema parece um jogo de dama(s)... lá isso...
Beijo.
Mateo
Damas é um pouco mais fácil... dizem! ;)
Eu não sei, porque sempre que joguei, saí perdedora. Daí achar que é difícil. :)))
No xadrez, além da elegância das peças... também sei pouco. :)))
Sabias que nas origens do jogo, em vez dos bispos havia elefantes? ;)
Mas a dama... essa continua a ser a mais poderosa, desde o início... :)))))
Beijo
Enviar um comentário